miércoles, 30 de noviembre de 2016

Eudistas Minuto de Dios lanza sitio virtual para vivir el Adviento 2016

Se trata de una página web que servirá para meditar el tiempo de Adviento de la mano de san Juan Eudes.


Este 26 de noviembre, último día del ciclo litúrgico que la Iglesia propone, la página web oficial de los Eudistas del Minuto de Dios: www.eudistasminutodedios.org, ha lanzado el sitio web llamado “Adviento Eudista 2016”, con el propósito de invitar a los fieles cristianos a meditar en torno a este tiempo litúrgico de la mano del fundador de la Congregación de Jesús y María: san Juan Eudes.

En efecto, el presbítero francés considera que durante gran parte del tiempo de Adviento, los cristianos mediten en torno al misterio de la Encarnación del Hijo de Dios de muchas maneras, teniendo como referente una pregunta: ¿cómo puedo prolongar el misterio de la Encarnación del Señor en mi vida Diaria?

Inicialmente, la página cuenta con una pestaña introductoria, ambientada por imágenes alusivas a frases de san Juan Eudes sobre el Adviento y la formación de Jesús en el cristiano. Luego, se presenta una pestaña con el “¿Quiénes somos?”, donde se hace referencia a la historia interna de la Provincia Minuto de Dios y a tres grandes personajes de su espiritualidad: Jesucristo, san Juan Eudes y el padre Rafael García Herreros. Posteriormente, se encuentra la pestaña “Adviento Eudista”, compuesto de varias meditaciones sobre María, oraciones para este tiempo y cómo vivir los misterios de Jesús, especialmente la Encarnación en la vida diaria. Finalmente, el sitio ofrece la posibilidad de ponerse en contacto con la dirección de comunicaciones de la Provincia.

Ojalá esta iniciativa ayude a cada cristiano a vivir con intensidad el Tiempo de Adviento, formando y haciendo vivir y reinar a Jesús en su vida.




1er Décembre 1916

Le 1er décembre 1916, Charles de Foucauld était assassiné.
C’était un premier vendredi du mois. Un jour consacré au coeur de Jésus.
Il vivait au coeur du Sahara.

Il a été habité à un moment par une soif d’absolu.
À vrai dire, celle-ci ne l’a jamais quitté,
mais, à la fin de sa vie, elle s’est exprimée totalement
dans une soif de fraternité.

Il a croisé de nombreux pauvres dans sa vie.
Il a toujours voulu qu’ils passent devant lui.
Il voulait la dernière place,
non pour être le dernier,
mais pour mettre l’autre en avant.

Charles de Foucauld, à la fin de sa vie,
a voulu fonder une association de Frères et Soeurs;
une confrérie.
On ne peut pas penser à lui
sans entendre cet appel à la fraternité.

Le Père de Foucauld eut une soif de fraternité
et il est mort seul.
Il voulait être l’ami de tous et chacun
et il fut assassiné.


† Mgr Michel Dubost
Évêque d’Évry - Corbeil-Essonnes
le 28 novembre 2016




A Coroa de Advento

Desde a sua origem a Coroa de Advento possui um sentido especificamente religioso e cristão: anunciar a chegada do Natal sobretudo às crianças, preparar-se para a celebração do Santo Natal, suscitar a oração em comum, mostrar que Jesus Cristo é a verdadeira luz, o Deus da Vida que nasce para a vida do mundo. O lugar mais natural para o seu uso é família.

Além da coroa como tal com as velas, é uso antigo pendurar uma coroa (guirlanda), neste caso sem velas, na porta da casa. Em geral laços vermelhos substituem as velas indicando os quatro pontos cardeais. Entrou também nas igrejas em formas e lugares diferentes, em geral junto ao ambão. Cada domingo do Advento se acende uma vela. Hoje está presente em escolas, hotéis, casas de comércio, nas ruas e nas praças. Tornou-se mesmo enfeite natalino. Já não se pode pensar em tempo de Advento sem a coroa com suas quatro velas.

Simbolismo da Coroa de Advento (7) Pelo fato de se tratar de uma linguagem simbólica, a Coroa de Advento e seus elementos podem ser interpretados de diversas formas. Desde a sua origem ela possui um forte apelo de compromisso social, de promoção das pessoas pobres e marginalizadas. Trata-se de acolher e cuidar da vida onde quer que ela esteja ameaçada. Podemos dizer que a Coroa de Advento constitui um hino à natureza que se renova, à luz que vence as trevas, um hino a Cristo, a verdadeira luz, que vem para vencer as trevas do mal e da morte. É, sobretudo, um hino à vida que brota da verdadeira Vida.
A mensagem da Coroa de Advento é percebida a partir do simbolismo de cada um de seus elementos.

O Círculo

A coroa tem a forma de círculo, símbolo da eternidade, da unidade, do tempo que não tem início nem fim, de Cristo, Senhor do tempo e da história. O círculo indica o sol no seu ciclo anual, sua plenitude sem jamais se esgotar, gerando a vida. Para os cristãos este sol é símbolo de Cristo.

Desde a Antigüidade, a coroa é símbolo de vitória e do prêmio pela vitória. Lembremos a coroa de louros, a coroa de ramos de oliveira, com a qual são coroados os atletas vitoriosos nos jogos olímpicos.

Os ramos verdes

Os ramos verdes que enfeitam o círculo constumam ser de abeto ou de pinus, de ciprestes. É símbolo nórdico. Não perdem as folhas no inverno. É, pois, sinal de persistência, de esperança, de imortalidade, de vitória sobre a morte.

Para nós no Brasil este elemento é um tanto artificial e, por isso, problemático, menos significativo, visto que celebramos o Natal no início do verão e com isso não vivenciamos esta mudança da
renovação da natureza. Por isso, a tendência de se substituir o verde por outros elementos ornamentais do círculo: frutos da terra, sementes, flores, raízes, nozes, espigas de trigo.

Para ornar a coroa usam-se também laços de fitas vermelhas ou rosas, símbolo do amor de Jesus Cristo que se torna homem, símbolo da sua vitória sobre a morte através da sua entrega por amor.
Deste modo, nas guirlandas penduradas nas portas das casas, os laços ocupam o lugar das velas.
Lembram os pontos cardeais, a cruz de Cristo, que irradia a luz da salvação ao mundo inteiro.

As velas

As quatro velas indicam as quatro semanas do Tempo do Advento, as quatro fases da História da Salvação preparando a vinda do Salvador, os quatro pontos cardeais, a Cruz de Cristo, o Sol da salvação, que ilumina o mundo envolto em trevas. O ato de acender gradativamente as velas significa a progressiva aproximação do Nascimento de Jesus, a progressiva vitória da luz sobre as trevas.Originariamente, a velas eram três de cor roxa e uma de cor rosa, as cores dos domingos do Advento.

O roxo, para indicar a penitência, a conversão a Deus e o rosa como sinal de alegria pelo próximo
nascimento de Jesus, usada no 3º domingo do Advento, chamado de Domingo “Gaudete” (Alegrai-vos).

Existem diferentes tradições sobre os significados das velas. Uma bastante difundida:

a primeira vela é do profeta;
a segunda vela é de Belém;
a terceira vela é dos pastores;
a quarta vela é dos anjos.

Outra tradição vê nas quatro velas as grandes fases da História da Salvação até a chegada de Cristo. Assim:

a primeira é a vela do perdão concedido a Adão e Eva, que de mortais se tornarão seres viventes em Deus;
a segunda é a vela da fé dos patriarcas que crêem na promessa da Terra Prometida; a terceira é a vela da alegria de Davi pela sua descendência;
a quarta é a vela do ensinamento dos profetas que anunciam a justiça e a paz.

Nesta perspectiva podemos ver nas quatro velas as vindas ou visitas de Deus na história, preparando sua visita ou vinda definitiva no seu Filho Encarnado, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo:

o tempo da criação: de Adão e Eva até Noé;
o tempo dos patriarcas;
o tempo dos reis;
o tempo dos profetas.




66ª Asamblea General 2017 Explicación del logo

El lado derecho del corazón representa a Jesús y también el elemento misionero de nuestro carisma.

El lado izquierdo representa a María en su advocación de la Virgen de Guadalupe, Emperatriz de América; también representa la formación pues, así como Ella formó a Jesús en sus entrañas virginales, de igual forma nos pide San Juan Eudes que lo formemos en cada Corazón.

Las estrellas en su velo representan a cada una de las provincias y viceprovincia que integran la Congregación.

La Cruz representa uno de los fundamentos de la vida cristiana según San Juan Eudes, signo del sacrificio amoroso de Cristo, máximo acto de obediencia al Padre. La Luz en el centro de la cruz refiere a la luz del Espíritu Santo que nos ilumina, nos guía y único capaz de formar a Jesús.

El Corazón representa el legado espiritual de San Juan Eudes y la unión de las dos alas que integran nuestro carisma: Formador – Evangelizador.

La palabra EUDISTAS representa al conjunto de toda la CJM revestida del color rojo que refleja su espiritualidad Cristocéntrica.

Las tres líneas inferiores representan a la Santísima Trinidad.

La construcción del logo para la asamblea general fue una obra colectiva de los candidatos de la Casa de formación de Caracas (Venezuela)




lunes, 28 de noviembre de 2016

First Sunday of Advent

donbrinker.com
Bro. Azam Vianney Mansha

Be watchful and cherish the spirit of Christmas!!!

To drive a motor-vehicle is an art. This art needs careful attention on the road. You might have observed few speed bumps (speed breaker) on the road. Drivers are required to be watchful of the speed bump. We might have also experienced that sometime drivers are not watchful. They just cross the speed bump without reducing their motor-vehicle speed. In this situation, they are not only violating the rule, but also damaging their motor-vehicle and harming themselves. Metaphorically speaking, we are the vehicle and the driver of a life. To live (driving) a good life is a blessing (art). The road is a Church and speed bumps are liturgical seasons. Each particular season is an invitation for us to slow down our speedy activities and see the goodness of the LORD around us.

In today’s liturgy of the Word, we find some hope-filled images and the promise, “the God of Jacob” will “teach us his ways” that we might “walk in the light of the Lord” in Isaiah 2: 3, 5 and Paul invites the faithful to “put on the armor of light” (Romans 13: 12), whereas Matthew is telling his audience to “be watchful or alert” for the “coming of the Son of Man” (24: 37, 39, 44). In all these situations, we are called to be hopeful and watchful/alert for the second coming of the Son of the Man. For the second coming of Jesus, we are called to be watchful (Matthew 24: 44) towards our spiritual condition and world events. This invitation of Jesus demands two things;

To pray: Prayer is a way of communication (Mark 1: 35). Jesus is inviting us to be watchful in our prayers because sometimes without realizing we can have spiritual pride like Pharisee “God, I thank you that I am not like other people…I fast twice a week; I give a tenth of all my income.’” But we need to adopt the attitude of the tax collector “God, be merciful to me, a sinner!”? (Luke 18: 9-14).” Our watchful attitude in prayer teaches us to be humble and discipline which leads to stand against a roaring lion (1 Peter 5: 8).

To repent: the act of repentance to accept our limitations and embrace God (Acts 3: 19). It is a way to encounter God who is rich in mercy (Ephesians 2: 4). Our watchfulness in repentance leads us towards self-realization. This self-realization encourages to seek God forgives where God embraces us without any hesitation (Luke 15: 11-32). Our watchful repentance from sins brings temporal and eternal happiness (Psalm 122) in which God enters into our life and dine with us (Revelation 3:20).

Advent is an occasion to sink our spiritual roots deep and stretch out to God who is the source of all life (Psalm 1: 3, John 14: 6). Advent is not only a preparation to receive gifts, during Christmas, but it is the season of watching and taking delight in giving to others according to their need (Matthew 25: 35-37) . This first Sunday of Advent invites to drink deeply of the spiritual gift of the watchfulness and cherish within us the spirit of Christmas.




Homilía celebración instalación P. José Mario Bacci T, cjm – Provincial de Colombia

Bogotá, sábado 19 de noviembre
MISA VOTIVA AL ESPÍRITU SANTO.

Al concluir el año litúrgico, durante las dos últimas semanas, en la liturgia ferial, leemos el libro del Apocalipsis; y terminamos la proclamación del evangelio de Lucas. Son textos densos que nutren nuestra fe y nos ayudan a sintonizar con el querer del Señor sobre nuestra vida y nuestros proyectos.

El Apocalipsis comienza mencionando dos testigos los cuales después, hacia el final del texto, son llamados también profetas. De hecho, estos testigos anónimos son descritos como profetas del Señor: “de su boca sale fuego devorador y tienen el poder de cerrar los cielos” (como Elías) y, además, de ellos se dice que “pueden convertir el agua en sangre y herir la tierra con toda clase de plagas” (como Moisés). Son, entonces, testigos-profetas. El anonimato les imprime valor simbólico. Estos testigos nos recuerdan el alcance de nuestra identidad discipular: somos testigos de Cristo, somos profetas del Señor. Inmersos en la historia, hablamos en su Nombre, portamos su Palabra. Esta Palabra nos configura y por eso podemos anunciarla. Esta Palabra forma nuestra existencia y por eso la podemos predicar.

En el marco de esta celebración y a la luz de esta Palabra, podemos reconocer que este momento particular de nuestra provincia es, para todos, ocasión de testimonio, momento para la profecía. Y en esta circunstancia, el protagonismo no es nuestro sino de la Palabra que debe invadir toda la existencia y darle forma. Ahora no cuenta tanto lo que hagamos nosotros mismos, sino sobretodo lo que la Palabra pueda operar en nosotros.

¿Por qué decir que este es el momento de la profecía, la hora del testimonio para la Provincia Eudista de Colombia (PEdC)? Porque después del sexenio de la administración provincial que concluye -gracias también al liderazgo del P Gustavo y a la contribución de cada hermano- hoy vivimos en una Provincia tranquila, trabajadora, que lucha por superar sus fragilidades, con proyección misionera hacia el futuro… pero esto no es suficiente! Ahora se nos exige asumir una auténtica actitud profética: asumir el enorme desafío de saber vivir el momento presente y de saber enfrentar los desafíos que surgen en nuestros lugares de misión. Y esto exige actitud profética, actitud testimonial. Se trata de aprender a leer las interpelaciones que la hora actual de la historia nos dirige.

En concreto, debemos preguntarnos: ¿Qué queremos ser- como PEdC? ¿Cómo vivimos nuestra configuración con el Señor de modo que nuestro particular testimonio en la historia presente sea eficaz? Y, por lo tanto, ¿qué futuro se está gestando con nuestros proyectos misioneros? La PEdC está llamada al testimonio, a la profecía… sin medir costos, sin enredarse en cálculos infecundos, sin dejarse paralizar por el miedo...

Los dos testigos del Apocalipsis enfrentan con ímpetu las vicisitudes de la historia y salen vencedores; la bestia quiere aniquilarlos y aparentemente lo logra: "las naciones contemplan sus cadáveres en la plaza por tres día y medio"... pero "un espíritu procedente de Dios" -cambia la historia-, porque "entró en ellos y se pusieron en pie. Y oyeron una gran voz del cielo que les decía: "subid conmigo". Y subieron al cielo en una nube, y sus enemigos se quedaron mirándolos". ¿Quién cambia la historia? ¿Nosotros y la ejecución de nuestros planes? ¿Nuestros proyectos humanos que normalmente no pasan de ser reafirmación de nuestros deseos? No! "El Espíritu procedente de Dios", él cambia la historia. Hemos dicho: esta es la hora del testimonio, esta es la hora de la profecía para la PEdC... pero -digámoslo claramente- no desde nuestro protagonismo sino a través de nuestra docilidad plena al Espíritu del Señor. Papa Francisco que nos ha convocado a constituirnos en Iglesia misionera en salida, él mismo también nos pide ser, en esta hora, evangelizadores con Espíritu! (EG capítulo V).

¿Cuál es el contenido de la profecía y del testimonio cristianos? Jesús en el evangelio lo ha dicho: Anunciamos al Dios de la vida! Somos profetas del Señor de la vida. Su Padre es un Dios de vivos, no de muertos.

Jesús enfrenta a los malintencionados saduceos que se desgastan en elaborar una casi absurda e hipotética aplicación de la ley del levirato! En realidad, el evangelista deja en ridículo a los opositores de Jesús: están tan impedidos, por su propia voluntad, de aceptar a Jesús que le plantean semejante situación rebuscada y de improbable realización!

Pero el Señor, apoyado en la Escritura, en el episodio central del Éxodo, la revelación del nombre de Dios a Moisés, recuerda: nuestro Dios es Dios de vivos, no de muertos… Para Jesús, la resurrección de los muertos se fundamenta en el poder de un Dios que es vida y amor, quien en virtud de la comunión de vida que ha querido establecer con los hombres, no los abandona a la muerte sino que los conduce a una vida sin fin: "Todos viven por medio de él"- dice al final del Evangelio.

Este es el contenido de nuestra profecía! Dios es la fuente de la vida; Él es, por definición, la vida misma; Él nos hace testigos de la victoria pascual de su Hijo, Él infunde en nosotros la acción renovadora del ES y Él nos hace portadores del mensaje del Evangelio, el único capaz de revolucionar la historia humana, el único que abre la existencia humana a la verdadera y total plenitud de sentido!

Para nosotros, este es el criterio último de nuestro empeño misionero. No somos desocupados
que encontraron en el ministerio un modo de instalarse para gozar la vida... Somos formadores de Jesús en el corazón de las personas, somos evangelizadores del Dios de la Vida…

Por tanto, a partir de la meditación de esta Palabra, preguntémonos:

* ¿Qué vamos a hacer, en concreto, para que nuestro servicio en los Seminarios sea testimonial, sea profético? La Iglesia siempre necesitará formar sus sacerdotes... ¿qué hacemos nosotros en este espacio de misión tan precioso?

* ¿Qué vamos a hacer, en concreto, para que nuestras parroquias sean oasis de misericordia -como pide el Papa-? ¿Construimos parroquias misioneras en salida que anuncian "la alegría del Evangelio"?

* ¿Que hacemos, en concreto, los unos por los otros? Cada persona en la PEdC es valiosa por sí misma, ¿hemos hecho todo unos por otros para ser mejores personas, mejores creyentes, mejores ministros?

* ¿Qué hacemos, en concreto, para vivir nuestra misión con los laicos, aprendiendo de ellos su entrega apasionada al evangelio a pesar de las exigencias de la vida secular? ¿Sabemos acompañarlos con nuestra espiritualidad y vincularlos a nuestro modo de vivir la misión?

* ¿Vivimos esta misión juntos, en comunión, con una obediencia libre y total al llamado del Señor a servirlo donde la Provincia asume proyectos misioneros, sean cuales fueren?

* ¿Vivimos el don del Ministerio, asumimos las exigencias de la misión, participamos de la vida de nuestros hermanos de modo eficiente, imprimiendo calidad a lo que hacemos en términos de Evangelio, de servicio misionero pero también en términos de buen rendimiento del uso del talento que el Señor nos ha regalado?

La Palabra hoy es oportuna! Siempre lo es! Ella diseña la inspiración fundamental de la ruta a seguir en los próximos 3 años:

a) La PEdC vive el momento de la profecía, del testimonio. Eso nos ayuda a volver a la raíz del ministerio recibido que es puro servicio, puro don, pura entrega.

b) La PEdC se abre al "Espíritu que procede de Dios" para "ponerse en pié", para "subir con el Señor", para obrar con la fuerza de su espíritu...

c) La PEdC quiere renovar su servicio en los Seminarios (más formación para los formadores), quiere potenciar su servicio en las Parroquias (más formación para los párrocos, vicarios, laicos) y quiere mantener abierto el corazón para que el Espíritu innove en nosotros. La innovación es la prueba de que estamos vivos, es la prueba de haber recibido "el Espíritu que procede de Dios", del Dios de Jesucristo, "porque en Él todos están vivos”.

Oremos con SJE: “Entreguémonos a Jesucristo, roguémosle que nos comunique su espíritu sacerdotal, que nos asocie a su sacrificio, que nos inmole con él para gloria del Padre y que nos consuma en el fuego sagrado de su amor”.




1er dimanche de l'Avent - année A

27 novembre 2016

Isaïe 2, 1-5

Psaume 122 (121)

Romains 13, 11-14a

Matthieu 24, 37-44

Nous commençons aujourd'hui le temps de l'Avent. C'est le début d'une nouvelle année liturgique. Les trois premiers dimanches vont nous faire penser à l'attente de la seconde venue du Christ qui mettra fin à l'histoire du monde et de l'humanité. Cette deuxième venue du Christ concerne TOUS les vivants, y compris ceux qui ne le savent pas. Nous croyants, nous avons pour mission de témoigner de cette attente de Dieu tout au long des semaines qui nous préparent à Noël. Il ne s'agit pas de préparer une fête qui oublie l'essentiel mais de se tenir en éveil... VEILLONS!

Les trois lectures bibliques d'aujourd'hui nous invitent à changer notre manière de voir le temps que nous vivons. Elles nous rappellent ce pourquoi nous existons... nous les croyants.

Le Dieu d'Abraham, d'Isaac et de Jacob qui s'est fait connaître à Moïse est le Dieu de tous les peuples. Au nom de cette foi, le prophète Isaïe nous annonce qu'un jour viendra où toutes les nations se tourneront vers Jérusalem. Cette ville deviendra le signe du salut universel. La paix aura remplacé la guerre. C’est ce qu'il nous dit au v.4« de leurs épées, ils forgeront des socs, et de leurs lances, des faucilles» (ONU) Toutes les nations viendront célébrer la paix et le bonheur. Nous nous y préparons en marchant chaque jour "à la lumière du Seigneur."

C'est aussi le message de saint Paul, dans la deuxième lecture. Il parle aux Romains et à chacun, chacune de nous. Il nous invite tous à une vie chrétienne plus intense, encore mieux vécue. À son époque, on attendait le retour imminent du Seigneur dans la gloire. Les années ont passé et rien ne venait; pas de manifestation glorieuse du Christ ressuscité. Alors Paul recommande à tous à veiller pour se préparer à rencontrer le Seigneur. Car "le salut est plus près de nous qu'à l'époque où nous sommes devenus croyants. La nuit sera bientôt finie. Le jour est tout proche." En attendant, nous sommes invités à nous revêtir du Christ Jésus et à nous tenir prêts en permanence.

En écoutant l'Évangile, qui nous parle du déluge, de celui qui est resté dans les mémoires comme la
grande catastrophe. Une chose est certaine, ce texte n'est pas écrit pour nous faire peur mais pour nous dire que le Seigneur vient dans nos vies. La Bible nous raconte comment Noé avait assisté à la montée terrible des eaux. Il avait pris ses dispositions. Mais les gens qui ne s'étaient douté de rien ont tous été engloutis. Je pense que tout cela nous renvoie à ce qui se passe au milieu de nous.; beaucoup
ne se doutent de rien : c'est le temps des fêtes. Mais un jour, c'est l'accident, la catastrophe... : "Veillez donc, nous dit Jésus ; tenez-vous prêts vous aussi". (v.44) Nous savons tous que nous ne devons pas nous endormir au volant de notre car, sinon c'est la catastrophe. Ne prenons pas le risque de nous endormir au volant de la conduite de notre vie.

Jésus insiste : "Tenez-vous prêts, vous aussi". Ne vous laissez pas distraire. Ne laissez pas passer votre chance. Pour nous, je dirais que nous avons une nouvelle "arche de Noé": c'est la communauté paroissiale. Toute l'humanité, chacun, chacune de nous est invitée à marcher vers la lumière du Seigneur. Avec les autres chrétiens et chrétiennes, en participant à l'Eucharistie, à la prière, nous Veillons...

Veillons! ça veut dire:
* agir sur tout ce qui doit changer dans notre vie ;

* rejeter toutes les formes d'égoïsme et d'indifférence ;

* renoncer aux comportements qui nous détournent de Dieu et des autres.

Et le plus important, c'est de «revêtir le Christ» comme Paul nous le dit dans la 2ème Lecture, et de nous laisser habiter par l'amour et la Lumière qui sont en lui.

Noël c'est Jésus qui est venu ; il continue à venir dans notre vie de tous les jours et il reviendra dans la gloire. Il est plus que jamais nécessaire de bien le mettre au centre de notre vie et de notre prière.

Ce premier dimanche de l'Avent est là pour nous rappeler que nous sommes fils et filles de Dieu. Cela change tout dans notre vie de tous les jours. Et l'eucharistie qui nous rassemble, c'est encore et toujours le Christ qui vient. Il veut demeurer avec nous jusqu'à la fin des temps.

"Donne à tes fidèles, Dieu Tout-Puissant, d’aller avec courage sur les chemins de la justice à la rencontre du Seigneur, lors du jugement, à entrer en possession du Royaume des cieux" Amen!





viernes, 25 de noviembre de 2016

La Corona de Adviento




66th General Assembly 2017 Explanation of the logo

The right side of the heart represents Jesus, and, at the same time, the missionary aspect of our charisma.

The left side represents Mary, as Our Lady of Guadalupe, Empress of the Americas; besides, it depicts formation, since as She formed Jesus within her virginal entrails, likewise St. John Eudes asks us to form Him within each heart.

The stars on her veil represent each one of the provinces and vice province that make up our Congregation.

The cross represents one of the foundations of Christian life, according to St. John Eudes, and it’s the sign of Christ’s affectionate sacrifice and of His supreme act of obedience to His Father. The light in the middle of the cross refers to the Holy Spirit’s light which enlightens us and guides us, being He the only one capable of forming Jesus in us.

The Heart represents St. John Eudes’s spiritual legacy and, at the same time, the union of the two wings that integrate our charisma: evangelizer-former.

The word EUDISTS represent the whole CJM, covered in red, reflecting our Christ-centered spirituality.

The three lines below represent the Most Holy Trinity.

The fulfillment of the logo for this General Assembly was a collective work of the candidates for priesthood at the Caracas (Venezuela) House of Formation.








Visita del CEFNEC a la Pontificia Universidad Católica de Santiago de Chile

Del 9 al 12 de Noviembre, invitado por el Pontificio Consejo para la Promoción de la Nueva Evangelización, PCPNE, y en compañía del Secretario del mismo el Sr. Arzobispo Octavio Ruiz Arenas, el Director del Centro de Formación para la Nueva Evangelización y Catequesis, CEFNEC, de UNIMINUTO SP, el P. Mario F. Hormaza, eudista, visitó la Pontificia Universidad Católica de Chile, PUC.

El propósito de esta visita fue el mutuo conocimiento con miras a buscar sinergias en lo relativo a la Nueva Evangelización y al Observatorio de Nueva Evangelización y explorar caminos para una futura red de Centros y Observatorios de Nueva Evangelización en América Latina.

La acogida de la Pontificia Universidad Católica a los visitantes fue excelente. Nos presentaron el Campus de la Universidad en Santiago de Chile, el modelo de pastoral universitaria centrado en la responsabilidad de los agentes laicos de la pastoral: jóvenes universitarios o recién graduados, y con amplia cobertura en todos los estamentos de la Universidad. Destacables los elementos de plena identidad católica, de innovación pastoral y de nueva evangelización generados por el modelo pastoral para la evangelización del medio universitario y su proyección a la sociedad.

Visitamos también el Duoc UC, institución de la Universidad Católica para la formación técnica, dentro del modelo educativo de Chile.

Conocimos el modelo pastoral de esa institución y tuvimos un amplio diálogo con los agentes pastorales sobre temas de nueva evangelización en la Universidad.

A ellos les presentamos el ser y el quehacer del CEFNEC y de su Observatorio.

Igualmente, fuimos recibidos por la Conferencia Episcopal de Chile, reunida en Asamblea Plenaria, ante quienes presentamos la necesidad de una Nueva Evangelización en América Latina y la manera como nuestro CEFNEC, con su Observatorio, está aportando respuestas a las necesidades actuales de la evangelización.

La capellanía de la Pontificia Universidad Católica ha solicitado el Centro de Formación para la Nueva Evangelización y Catequesis de Uniminuto asesoría para construir allá un Observatorio de Nueva Evangelización. Hemos empezado ya esa actividad.

La presentación de UNIMINUTO y del CEFNEC causó mucho interés en todos y suscitó el deseo de establecer convenios de cooperación mutua entres nuestras instituciones.


Agradecemos a la Conferencia Episcopal de Chile, a la Pontificia Universidad Católica, al Duoc UC, a sus Rectores, directivos, Capellán General, agentes de pastoral, la cordial acogida que nos dispensaron durante nuestra estadía en Santiago de Chile.




Fête du Christ, Roi de l'univers, Année C

20 novembre 2016

2 Samuel 5, 1-3

Psaume 122 (121)

Colossiens 1, 12-20

Luc 23, 35-43

Les trois lectures de la fête du Christ-Roi nous invitent à découvrir les racines, à la fois humaines et divines, ainsi que la vraie royauté de Jésus. Nous voyons dans la Généalogie de Luc, au chapitre 3,23 que, par Joseph, Jésus est de la tribu de Juda. Il descend du second et du plus prestigieux des rois de Jérusalem, du roi David (3,31),que Dieu s'est choisi pour conduire son Peuple, le protéger, être son pasteur. David et tous les rois d'Israël, ses successeurs agissent au nom du Seigneur. Ils sont chargés de faire régner le droit et la justice, en particulier de protéger les plus pauvres. C’est la mission d'un roi en Israël: on continuera d’attendre celui qui porterait dignement le nom de Messie, en grec«Christos », Christ… Mille ans après David, un de ses lointains descendants qu’on appellera souvent «Fils de David » inaugurera enfin ce règne définitif : il dira de lui-même « Je suis le bon pasteur » Et c'est ce que Jésus réalise tout au long de sa vie et même dans sa Passion.

Dans la deuxième lecture, l'hymne à la Seigneurie universelle du Messie, prise de la lettre aux Colossiens nous donne les dimensions divines de cette royauté. Il est « l’image du Dieu invisible ». (1,15) Vers lui, tout est mystérieusement en marche, car rien n’échappe à ses forces de résurrection. Il est celui qui réconcilie tout, sur la terre et dans les cieux, « en faisant la paix par le sang de sa croix » (1,20).

Rien que par ces deux Lectures, nous découvrons déjà la révélation singulière et étonnante de la vraie royauté de Jésus.

Mais l'Évangile nous en fait découvrir davantage... En affichant sur le bois de la croix « Celui-ci est le roi des juifs », les bourreaux ont cru critiquer et châtier une ambition politique qui, en fait, n’était pas celle de Jésus. Les provocations des chefs des prêtres et des soldats n’expriment qu’un défi lancé à celui qu’ils prennent pour un « imposteur ». Trois fois retentit la même interpellation à Jésus
crucifié : « Si tu es… » ; « Si tu es le Messie » ricanent les chefs… « Si tu es le roi des Juifs », se moquent les soldats romains … « Si tu es le Messie » injurie l’un des deux malfaiteurs crucifiés en même temps que lui.

Au passage, on note que chacun interpelle Jésus à partir de sa situation personnelle :

Les chefs religieux du peuple juif attendent le Messie, l’Élu de Dieu… et à leurs yeux, il en a bien peu l’air.

Les soldats romains, membres de l’armée d’occupation ricanent sur ce prétendu roi, si mal défendu…

Les injures d’un de ses deux compagnons d’infortune sont d’une toute nature. «N’es-tu pas le Messie? Sauve-toi toi-même, et nous avec! » (23,39) Jésus est ici très douloureusement tenté. (Ce texte ressemble aux tentations du chapitre 4 de Luc)

S’il est crucifié, c’est pour aller jusqu’au bout de la solidarité avec les femmes et les hommes souffrants, coupables ou torturés. La tentation porte précisément sur ce point. S’il peut accepter de ne pas user de son pouvoir pour son propre bénéfice, comment rejeter un tel appel, même crié dans la révolte ? Il se tait. Livré à ses frères, il s’en remet à eux. Et c’est un d’entre eux qui va répondre pour lui. « Pour nous, c’est juste (...) Mais lui, il n’a rien fait de mal. » (23,41) Et, dans l’humilité confiante, le "bon" larron poursuit: « Jésus, souviens-toi de moi quand tu viendras inaugurer ton Règne» (23,42). Jésus alors use de ses prérogatives de Roi qui est d'exempter, d'acquitter, de pardonner. Il répond au défi qui lui était lancé : « Aujourd’hui, avec moi, tu seras dans le Paradis » (23,43). Il sauve un homme, non en le préservant de la mort corporelle, mais en faisant de cette mort le passage à la vraie vie et au bonheur.

Le Royaume de Jésus est un royaume de pardonnés.

La manière pour la Christ d’exercer sa royauté sur tous les hommes et femmes de ce monde, y compris ses ennemis, y compris les monstres et les tortionnaires, c’est de leur offrir son pardon. Les pécheurs que nous sommes, avons tous ici notre place, à une seule condition: reconnaître sa culpabilité en accueillant le pardon toujours offert de Dieu.

Oui, Jésus est celui qui ouvre à l’humanité les portes du paradis. Et ceci, dès « aujourd’hui »...«.Seigneur, souviens-toi de nous dans ton Royaume». Prenons deux minutes pour regarder le Crucifix.




¡Adviento para colorear de vida!

El tiempo de Adviento nos abre a la expectación de la venida del Señor. Pero no se trata de una espera pasiva, sino que se trata de salir al encuentro de Aquél que llega.

La siguiente cartilla es un recurso pedagógico para la pastoral infantil y prejuvenil de nuestras parroquias. Se trata de un itinerario de acciones y compromisos para cada día del Adviento, que nace el domingo 27 de noviembre y termina el día de la Navidad.



 Fuente: Padre Charly García, cjm - Parroquia Espíritu Santo Baranquilla




No to Violence Against Women; Visit16Days16stories Campaign website

End Violence Against Women, Take Action.

The 16 days of activism begin November 25, the International Day for the Elimination of Violence against Women and ends on 10 December, Human Rights Day.

The United Nations website reports that UN Women Executive Director Phumzile Mlambo-Ngcuka said,“The extent to which violence is embedded in society means that uprooting it is also a job for all of society. That includes men and women, the media and the religious community. We can work together to address the inequality and prejudice that enable and enflame violence against women and girls,” Ms. Mlambo-Ngcuka told an audience that wore orange in support of ending violence against women.

The aim of the celebration is to raise public awareness and mobilizing people everywhere to bring about change. This year, the UN Secretary-General’s UNiTE to End Violence against Women campaign invites you to “Orange the world,” using the colour designated by the UNiTE campaign to symbolize a brighter future without violence. Organize events to orange streets, schools and landmarks!

"Violence against women and girls is a human rights violation, public health pandemic and serious obstacle to sustainable development. It imposes large-scale costs on families, communities and economies. The world cannot afford to pay this price." — Ban Ki-moon, UN Secretary-General

In New York, the staff of Good Shepherd International Justice Peace Office announced that the The #16Days16Stories Campaign website is live!

Cecilie Kern of GSIJP encourages all to visit the site now to watch the campaign launch video, and come back every day from November 25th-December 10th for daily videos, highlighting the stories of women who have been trafficked, as well as providing questions to reflect upon, points to ponder and actions for advocacy.

Watch video.



66è Assemblée Générale 2017 Explication du logo

Le côté droit du coeur représente Jésus et aussi l’élément missionnaire de notre charisme. Le côté gauche représente Marie sous son vocable de Vierge de Guadalupe, Impératrice d’Amérique; elle représente aussi la formation puisque, comme Elle a formé Jésus dans ses entrailles virginales, Saint Jean Eudes nous demande de Le former dans tous les Coeurs. Les étoiles sur son voile représentent chacune des provinces et viceprovince qui composent la Congrégation.

La Croix représente un des fondements de la vie chrétienne selon saint jean Eudes, signe du sacrifice amoureux du Christ, plus grand acte d’obéissance au Père. La lumière au centre de la croix correspond à la lumière de l’Esprit Saint qui nous illumine, nous guide et qui est seul capable de former Jésus.

Le Coeur représente l’héritage spirituel de Saint Jean Eudes et l’union des deux pans qui forment notre charisme : Formateur – Evangélisateur.

Le mot EUDISTES représente l’ensemble de la CJM, le revêtement de couleur rouge qui exprime sa spiritualité Christocentrique.

Les trois lignes inférieures représentent la très Sainte Trinité.

La construction du logo pour l’Assemblée Générale fut une oeuvre collective des candidats de la Maison de formation de Caracas (Vénézuéla)




La muerte del Siervo de Dios Rafael García Herreros durante el Banquete del Millón

El 24 de noviembre de 1992, en su habitación del barrio El Minuto de Dios, en Bogotá, falleció el padre Rafael García Herreros. Los detalles los narra su biógrafo, el padre Diego Jaramillo, en el libro “Rafael García Herreros, una vida y una obra”, del cual tomamos los siguientes párrafos:

Ese 24 de noviembre se realizaba el 32º Banquete del Millón. Como, por su estado de salud él (el padre García Herreros) no podía asistir, pasé a media tarde a saludarlo y a preguntarle qué debería decir en su nombre durante dicha cena. Me respondió con algunas frases sueltas, no muy coherentes. Hacia las seis de la tarde, al salir para el Hotel Tequendama, me crucé con la señora Paulina Garzón, quien me dijo que pensaban recostar al padre Rafael sobre su brazo derecho, para que se adormeciera, y que al comenzar la transmisión del Banquete, a las 7:30 pm, lo volverían sobre la espalda para que despertase y viese las imágenes por la televisión. Eso fue lo que realizaron.

En el Hotel Tequendama, todo se desarrollaba de acuerdo a la programación proyectada. Tras las presentaciones y saludos de rigor, la ceremonia empezaba con un discurso, siempre a cargo del padre Rafael, y que en esa ocasión debí asumir yo. Mi alocución la dirigí directamente al padre Rafael, a quien suponía mirando la pantalla de televisión o escuchando por radio la transmisión del evento. Mis palabras comenzaban así:

Querido padre Rafael: Permítame que le hable esta noche a usted, que nos ha hablado cada noche a los televidentes de Colombia desde hace 38 años. Usted ha presidido todos los Banquetes del Millón de Bogotá desde hace 31 años, y también muchos otros celebrados por todo el país. Usted nos ha hablado con su palabra y con su ejemplo a lo largo de toda su vida.

Permítame ahora, cuando se encuentra atado al lecho de enfermo y cuando por primera vez en la historia de estos banquetes no puede presidirnos ni enseñarnos, permítame, le digo, que sea yo, que seamos todos nosotros quienes le hablemos. Hoy nuestros discursos y nuestros cantos y nuestros brindis y nuestros aplausos son para usted.

Yo sé, padre García Herreros, que usted nos está oyendo por la radio; yo sé que nos está viendo en la
televisión. Yo imagino que usted está sonriendo o está sollozando; yo sé que usted nos está acompañando espiritualmente.

Luego contaba quiénes participaban en esa cena, evocaba los anteriores Banquetes del Millón y los principales momentos en la solidificación de la obra del Minuto de Dios y el compromiso del padre Rafael con los pobres y con la patria. Su acción evangelizadora y la amplitud que en Colombia tenía el trabajo por él iniciado, para concluir con estas palabras: “Padre, deseamos que usted siga soñando, pensando y amando. Padre, le pedimos a Dios que lo bendiga; y nosotros, en nombre de Colombia, lo amamos, lo bendecimos y le damos las gracias”.

En seguida, el padre Jorge Jiménez, entonces obispo electo de Zipaquirá, leyó, a nombre del padre Rafael, un corto saludo a los asistentes. En realidad, no fueron palabras dictadas expresamente por el padre García Herreros, sino tomadas de escritos suyos. Allí se decía: “El único patrimonio que poseo y la herencia que dejo es la obra que con la ayuda de ustedes he ido construyendo, y el amor a los pobres y a Colombia”.

En seguida, la ministra de Relaciones Exteriores, doctora Noemí Sanín, leyó una carta del Presidente César Gaviria, que decía:

No dudo en afirmar que el más importante aporte a Colombia del padre García Herreros consiste en haber sido pionero en nuestro medio de una nueva forma de concebir la lucha contra la pobreza y la desigualdad. Reemplazó la caridad por la solidaridad y las limosnas por oportunidades…

Padre García Herreros: que nuestro aplauso, al expresar tanto nuestro reconocimiento y admiración como nuestro aprecio y sincero cariño, sea un reconstituyente que lo ayude a superar los quebrantos de salud que ahora sufre, es el deseo de todos los colombianos cuyos corazones albergan las raíces del árbol de la solidaridad que usted sembró…

Terminados los discursos, las reinas de belleza iniciaron el servicio de las mesas. En esos momentos, llegó un mensajero a decirme que pasara al teléfono. Atendí el llamado en la recepción del Hotel. Era la joven paraguaya Lourdes Aquino, estudiante en Lumen 2000, quien me dijo: “Padre, el padre García Herreros acaba de morir”.

Regresé al Salón Rojo del Tequendama, tomé los micrófonos, pedí silencio y dije: “Lamento informarles que el padre García Herreros acaba de fallecer”. Un rumor de sorpresa y dolor resonó en el recinto. Entonces pedí a todos que se pusieran de pie, y oré diciendo estas o parecidas palabras: “Señor, te entregamos al padre Rafael García Herreros. Te damos gracias por su vida y te pedimos lo invites al banquete eterno de tu Reino”. Inmediatamente, salí con mis acompañantes rumbo al Minuto de Dios.

Mientras tanto, ¿qué había sucedido en la parroquia? Cuando empezaba la transmisión televisada, preguntaron al padre si deseaba ser trasladado a la habitación contigua a la suya, en donde estaba el televisor. Él respondió que bastaba que subieran el volumen al aparato, cosa que hicieron. Comenzaron los discursos y el padre tuvo una convulsión. Se calmó con un masaje, pero luego entró en agonía. Leonor Figueredo y un grupo de acompañantes lo trataba de serenar, diciendo: “Viejito, cálmate, te queremos mucho”. Como en mi discurso mencioné varias veces su nombre, al escucharme, él volvía la mirada como si alguien lo estuviera llamando. Llegaron entonces los eudistas Manuel Cristóbal Ordóñez y Luis Carlos Mendoza, y en brazos de estos cohermanos y de Leonor Figueredo, Lourdes Aquino y Paulina Garzón, el padre Rafael, tras una segunda convulsión, entregó su espíritu a Dios. Eran las 7:50 pm del 24 de noviembre de 1992. Al día siguiente le comenté al Nuncio Apostólico: “Creo que maté al Padre con mi discurso”, y él replicó: “En Sicilia decimos que cuando la muerte llega, escoge el mejor momento y la mejor disculpa”.

Media hora más tarde, la casa cural rebosaba de gentes, mientras un joven entonó la canción que el padre Rafael había escrito para ese momento, como si fuera su despedida, como si fuera su testamento de amor:

Cuando yo me esté muriendo,
no estaré llorando;
estaré sonriendo, estaré feliz.

Cuando yo me esté muriendo,
estaré seguro
que voy a entrar en el misterio de Dios.

Cuando yo me esté muriendo,
digan conmigo:
gracias por mi vida.

Cuando yo me esté muriendo,
nada de llorar:
todos a cantar.

Cuando yo me esté muriendo,
todo mi testamento será
¡amar!


Arder de amor a Jesucristo: P. Rafael García Herreros Unda

Escuche al padre Rafael García Herreros: El hombre debe dar gracias

¿Cómo orar por la beatificación y canonización del padre Rafael García Herreros Unda?



375th anniversary of the foundation of the Order of Our lady of Charity

 

Today, we commemorate the founding of the Ordrer, 375 years ago, as a response to Madeleine Lamy’s cry to John Eudes as he was walking to the church:

“And where are you going? To church to gawk at statues, I suppose.

That must make you feel very righteous! You would do more good if you opened a house for these girls in need!”





jueves, 24 de noviembre de 2016

Clôture de l’année de la Miséricorde Fermeture de la Porte Sainte


Dimanche 20 novembre, à la cathédrale d’Évry, Mgr Dubost a fermé la Porte Sainte, ouverte un an plutôt pour l’année de la Miséricorde.

 

Au début de la messe, les paroissiens sont invités à entrer par la Porte Sainte qui sera fermée en fin de messe par Mgr Dubost.


Après la cérémonie de fermeture de la Porte Sainte à Rome, le pape François a publié le 21 novembre une lettre apostolique en conclusion du jubilé extraordinaire de la Miséricorde.





miércoles, 23 de noviembre de 2016

Instalación del P. José Mario Bacci Nuevo Provincial de Colombia


El sábado 19 de noviembre, a las 10:30 AM se llevó a cabo en Valmaría, la instalación del P. José Mario Bacci Trespalacios como nuevo provincial de Colombia para un primer mandato de tres años. La solemne celebración eucarística fue presidida por el P. Bacci, rodeado de un numeroso grupo de eudistas venidos de varias partes para dar la acogida al nuevo provincial, la comunidad local de Valmaría, representantes de la familia eudista en Bogotá y un grupo de amigos y familiares del P. José Mario.

Celebramos la misa votiva del Espíritu Santo pidiendo que derrame sus dones, su luz y sabiduría en el corazón del P. José Mario para que pueda desempeñar su misión como animador de la vida espiritual y apostólica de la Provincia. La bella reflexión que compartió el P. José Mario durante su homilía, inspirada en los textos de la liturgia del día, expresan su propuesta de servicio como guía y animador de la Provincia en los próximos años. Su deseo es que el texto completo de la homilía llegue también a cada uno de los hermanos por correo electrónico junto con su primera carta circular próximamente.


El P. José Mario, en nombre de la Provincia, agradeció al P. Gustavo Londoño Muñoz su servicio como provincial durante los pasados seis años, reconoció su gestión realizada con abnegación y empeño para consolidar la vida y la misión de la provincia de Colombia y pidió muchas bendiciones para él en la nueva y futuras misiones que la Congregación le confiará.

Después de la homilía, el nuevo superior provincial pronunció de rodillas, delante del altar, las súplicas a Nuestro Señor y a la Santísima Virgen María, redactadas por san Juan Eudes y luego todos los eudistas presentes en la celebración firmaron el Acta en signo de reconocimiento y acogida al P. José Mario como legítimo Superior de nuestra Provincia de Colombia.


Terminada la celebración eucarística la comunidad y todos los invitados nos reunimos en el comedor de Valmaría para saludar personalmente al nuevo provincial, ofrecerle nuestro respaldo fraternal. Realizado el brindis compartimos el almuerzo ofrecido por la administración provincial. Ofrecemos nuestra oración y pedimos muchas bendiciones para el P. José Mario Bacci en su nueva misión como superior provincial.




’Tis the Season: Christmas Has Just Begun!

Dear Pastor Al:
It´s January. Why are still singing Christmas carols? Christmas has been over since December 26!
-Don´t Call Me Carol

Dear Not-Carol:
Retailers, cable networks, and radio stations may have been celebrating Christmas since the day after Thanksgiving (or well before!), but on December 26 Christmas has just begun. Contrary to popular understanding, the Twelve Days of Christmas begin on Christmas Day and extend into the New Year, just as the Forty Days of Lent begin on Ash Wednesday, and the Fifty Days of Easter begin on Easter Sunday.

I have never known anyone to remark that we sing only Lenten songs during Lent, and don´t get to the Easter Alleluia until Easter Sunday. But occasionally during Advent, someone will ask why we aren´t singing Christmas carols. Our Advent texts also anticipate the Second Coming and encourage us to see the Kingdom of God present now in our midst. It would indeed be a loss if we discarded our Advent songs.

no matter the time of year, whenever we gather for Mass, we always contemplate the entire Paschal Mystery: Christ´s incarnation, his passion and death, and his resurrection.

Consider the carol "We three Kings." The first gift is frankincense, something a priest offers in the temple, a symbol of Christ's incarnation. Myrrh is a tool for embalming-a foreshadowing of Christ's crucifixion. Gold for his kingly crown is an acknowledgment of his victory over death, when he is seated at the right hand of the father. In other words, this Epiphany hymn catechizes us about the Paschal Mystery.

Since our mortal minds cannot hold a divine mystery in its entirety, our liturgical year helps us delve ever more deeply into facets of the Paschal Mystery throughout our lives. Other aspects of our prayer help us explore that divine mystery as well.

Perhaps you have observed over the years that we don´t bring in the poinsettias until after the Four Sunday of Advent, and that we remove them as Ordinary Time begins , even though their red and white leaves are still looking fresh. That change in environment marks the passing of the seasons. In addition to environment and music, our prayer relies on texts. For example, on January 1, the Lectionary readings, the prayers of The Roman Missal, the homily, and the Universal Prayer (intercessions) help us to mediate on our salvation through Jesus Christ while we honor Mary, his mother, his first disciple and a model for all Christians.
Our prayer also needs gesture. We genuflect. We stand when the cross passes by. We make the sign of the cross. When the Gospel is proclaimed, we stand again. We bow our heads. We kneel. We extend the peace of Christ to one another with a variety of gestures. We process to the altar to receive a blessing. we walk out into the world to preach the gospel by our living .

As Catholics, we know that Advent and Christmas, as well as Lent and Easter, are important seasons in the Church year, not that there´s anything ho-hum about the precious counted Sundays of Ordinary Time. So let´s also celebrate Christmas in its fullest expression during the few weeks it comes to us every year.

God bless you and God love you!
-Pastor Al